"Hoje temos um novo técnico e um novo diretor técnico", disse Malagò em entrevista coletiva, indicando Claudio Ranieri para o segundo cargo — em substituição a Paolo Maldini — e anunciando uma coletiva de imprensa com a dupla para esta quarta-feira (29).
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Assim, Mancini encerrou sua passagem pelo futebol árabe, iniciada em agosto de 2023, quando deixou inesperadamente o comando da Itália para aceitar o convite da seleção saudita.
A passagem por Riad, porém, não trouxe os resultados esperados: em 21 jogos, o treinador conquistou 9 vitórias, 7 empates e 5 derrotas.
Nem a primeira, nem segunda opção
Apesar da credibilidade que possui dentro do cenário nacional, Roberto Mancini não foi a primeira opção da FIGC para comandar a seleção, fora das últimas três Copas do Mundo. Depois de Silvio Baldini, da seleção sub-21 assumir interinamente nos amistosos de junho contra Luxemburgo e Grécia (duas vitórias por 1 a 0), Pep Guardiola foi convidado, tendo recusado o convite para se dedicar a um período sabático.

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, foi sondado, sem dar chance da Itália se animar, até pelo contrato que tem com o Brasil até 2030. Os nomes de Antonio Conte e Thiago Motta também apareceram entre os candidatos.
Andrea Pirlo entrou na mira de Paolo Maldini e Leonardo, diretor e consultor, respectivamente, com uma parceria do ex-volante com uma casa de apostas russa colocando tudo a perder e estremecendo a relação da dupla com o presidente. Desta forma, Mancini aparece como nova opção, podendo receber, enfim, o status oficial de "salvador da pátria".
